FRUTOS DE ESPÍRITO

Posted by Bispo Rodovalho | Posted in | Posted on 09:19

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O senhor requer de nós, hoje, que sejamos homens cheios de frutos, em ambos os aspectos: que tanto nossas vidas demonstrem a justiça de Deus, como nossos talentos estejam sendo desenvolvidos e, assim, nos tomemos uma bênção na Casa do Senhor. Os cristãos hoje têm muita segurança de que sua fé os salvará no futuro – amém por isso – porém se esquecem de que a fé que os salvará no futuro deve produzir frutos hoje, no presente. Os frutos do presente são os frutos de João 15:16 “... e vos designei para que vades e deis fruto e o vosso fruto permaneça ...” e o fruto do futuro é a nossa salvação. Se a fé não produzir os frutos no presente podemos começar a desconfiar que também não produzirá o fruto no futuro. Realmente o Senhor quer que vivamos Sua vida, produzindo Seus frutos, entendendo e esperando os gloriosos dias que virão. Aleluia. “Assim, também a fé, se não tiver obras, por si só está morta. Mas alguém dirá: Tu tens fé sem as obras, e eu, com as obras, te mostrarei a minha fé” (Tg. 2:17-18). Que grandes bênçãos esperam por nós. Como são tremendos os caminhos e os planos de nosso Deus. Isto nos anima e nos abençoa para vivermos o presente esperando o nosso glorioso futuro. 

BATISMO NO ESPÍRITO PARTE 2

Posted by Bispo Rodovalho | Posted in | Posted on 08:55

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Não podemos nos satisfazer com apenas uma ou duas experiências e parar por aí. Deus quer que prossigamos a busca de Sua unção, pois isso levará a receber Sua glória mais e mais.
“Assim, pois, todos os anciãos de Israel vieram ter com o rei, em Hebrom; e o rei Davi fez com eles aliança em Hebrom, perante o Senhor. Ungiram Davi rei sobre Israel” (11 Sm. 5). “Tomou Davi os escudos de ouro que havia com os oficiais de Hadadezer e os trouxe a Jerusalém... Reinou, pois, Davi sobre todo o Israel; julgava e fazia justiça a todo o seu povo” (11 Sm. 8:7-15). “E todos nós, com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito” Há dois conceitos de interpretação teológica na Igreja a respeito do batismo com o Espírito Santo. Uma corrente diz que ao recebermos o Senhor já recebemos o Espírito Santo, e que precisamos apenas estar nos enchendo dele. A outra corrente diz que ao recebermos o Senhor, já recebemos o Espírito Santo, mas devemos buscá-lo para que venha a nós em uma nova medida e nos leve a outro plano de vida espiritual; esta é a segunda experiência, e quando isto acontece, normalmente os dons são liberados. A verdade é que ambos estão corretos. Quando aceitamos o Senhor recebemos o Espírito, porém precisamos buscá-lo e ter novas experiências que nos levem a outros planos de vida cristã; mas, após recebermos nova medida, devemos continuar nos enchendo até chegarmos à capacidade e limite máximos. Depois de atingir o ponto máximo necessitamos de nova medida que dilatará nossa capacidade de sermos cheios do Espírito. Cremos que isso precisa acontecer até que tomemos Sião, ou seja, os lugares celestiais, até que possamos nos assentar em vitória sobre os nossos inimigos. A questão é desenvolvermos o ensino correto e a fome pelo Senhor. Não podemos nos satisfazer com apenas uma ou duas experiências e parar por aí. Deus quer que prossigamos a busca de Sua unção, pois isso levará a receber Sua glória mais e mais. E nos capacitará a cumprir Seu plano e o ministério que nos entregou. O Senhor quer que sua Igreja domine e exerça autoridade nos céus e na terra, porém isto é místico, não é prático. Contudo, podemos experimentar esta verdade de desenvolvimento no que Jesus disse em Jo. 15:16 “eu vos escolhi a vós outros, e vos designei para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça ...” Aqui Jesus está dizendo que nos escolheu e nos chamou para que fôssemos e déssemos frutos. É isso que o Senhor quer de nós. Deus levará Sua casa a prosseguir, avançando nestas verdades. Cremos que a Igreja irá, nos últimos dias, receber mais e mais poder do Espírito Santo. Mas precisamos dar frutos hoje. Dar frutos fala de praticar as obras do Espírito e desenvolver nossos talentos e ministérios recebidos do Senhor. “Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei” (Gl. 5:22). “Porque a todo o que tem se lhe dará, e terá em abundância; mas ao que não tem, até o que tem lhe será tirado” (Mt.25).



BATISMO NO ESPÍRITO PARTE 1

Posted by Bispo Rodovalho | Posted in | Posted on 08:42

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Existe o pensamento entre muitos irmãos de que, uma vez tendo recebido o batismo no Espírito Santo, não resta nenhum outro recurso espiritual a mais, e que já obtiveram tudo o que poderiam possuir. Realmente, isso não é verdade. Devemos nos apropriar continuamente e nos equipar por Seu Espírito do poder e graça necessários para as nossas vidas, não devemos ter apenas urna experiência, mas estar renovando esta unção de tempos em tempos. A palavra do Senhor nos fala sobre a vida de Davi. Quando ele foi ungido pela primeira vez, em I Sm. 16, o que vemos neste capítulo nos versículos 14 a 23, e no capítulo 17, é que esta unção o capacitou a vencer demônios e gigantes. A primeira unção de Davi levou-o a ter vitória sobre demônios, e grandes obstáculos, como Golias representava. “... e, daquele dia em diante, o Espírito do Senhor se apossou de Davi... E sucedia que o espírito maligno se retirava” (I Sm. 16). A segunda unção de Davi se deu quando ele foi ungido em Hebron, que significa “aliança”. Esta unção deu-lhe o poder, capacidade para governar, e a vitória sobre Is-Bosete, filho de Saul, que representa a carne. O reinado de Saul foi um reinado carnal. A palavra Saul significa “altivo, grande”, e ele foi escolhido por sua aparência externa. Saul recebeu o Espírito do Senhor, porém ele não tinha um coração para Deus nem estava pronto para a obediência. Não tinha o desejo de ser um homem que andasse segundo Deus, mas sim de usar os dons e a unção para exaltação própria e glorificação entre os homens. “Então, vieram os homens de Judá e ungiram ali Davi rei ...” (11 Sm. 2:4). “Então, disse Samuel a todo o povo: Vedes a quem o Senhor escolheu? Pois em todo o povo não há nenhum semelhante a ele...” (I Sm. 10:24). “Então, disse Samuel a Saul: ‘Procedeste nesciamente em não guardar o mandamento que o Senhor, teu Deus te ordenou; pois teria, agora, o Senhor confirmado o teu reino sobre Israel para sempre. Já agora não subsistirá o teu reino. O Senhor já buscou para si um homem que lhe agrada” (I Sm. 13:13-14). O motivo pelo qual Deus perdoou a Davi, mesmo com pecados sérios, é que ele queria agradar a Deus e não aos homens; quando pecou arrependeu-se e humilhou-se, enquanto que Saul nunca se humilhou diante de Deus, e por isto o Senhor o rejeitou. Saul fala-nos de pessoas que possuem o Espírito de Deus e até os Seus dons, porém para exaltação e glorificação carnal. É possível pessoas receberem do Senhor Seu Espírito, porém não permitir que seus corações sejam como o coração de Davi. Na terceira unção de Davi, Deus o capacitou de maneira mais ampla a governar sobre todo o Israel. Logo após a unção vemos Davi tomar a fortaleza de Sião, que representa a autoridade espiritual, posição de. domínio. Sião foi a solidificação do Reino, e fala dos lugares celestiais em Cristo. Após tomar Sião, ele subjugou todos os seus inimigos. Ninguém o resistiu, porque ele possuiu Sião, lugar de autoridade. Temos, portanto, na vida de Davi um exemplo de como Deus quer que vençamos de glória em glória. E isto vem por novos encontros e novas unções que o Senhor concede, por causa de nossa busca. 

ÊNFASE PERDIDA PARTE 3

Posted by Bispo Rodovalho | Posted in | Posted on 11:19

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Paulo compara a experiência e o enchimento do Espírito com vinho. 
“Então mandou chamar e fê-lo entrar. Era ele ruivo, de belos olhos e boa aparência. Disse o Senhor: Levanta-te e unge-o, pois este é ele ...” (I Sm. 16: 12 -13). “... mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até os confins da terra” (At.1:8). “E não vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução, mas enchei-vos do Espírito” (EI 5:18). Outro aspecto importante dessa experiência do batismo no Espírito Santo é a unção para o homem interior. Paulo compara a experiência e o enchimento do Espírito com vinho. Isto se deve ao fato de que no Velho Testamento vinho era um elemento que simbolizava força interior e alegria. Era o símbolo de vida e de força, e esta figura ainda chega até nós no Novo Testamento. Receber o batismo no Espírito Santo fala de receber esta força e graça no interior que nos leva a um novo plano na vida cristã. Esse aspecto do batismo cumpre o que está implícito em Efésios, e produz o mesmo efeito da chamada “segunda experiência” ou “experiência de santidade”. Se estes dois aspectos e efeitos desta experiência estivessem operando nas vidas dos cristãos que professam tê-lo recebido, certamente teríamos uma Igreja com maior impacto no mundo. Mas as experiências de hoje têm sido apenas experimentadas e recebidas como algo momentâneo, e voltadas mais para o fator emocional, porém não podemos deixar de enfatizar que qualquer experiência na vida cristã deve ter como objetivo trazer estes dois aspectos para as nossas vidas: a unção externa que é o poder, o serviço, e a unção interna que é a força para a transformação do homem interior. Identificando-nos com a segunda experiência, voltaremos aos passos de nossos pais. Que o Senhor confirme estas experiências em nossas vidas. A graça e o poder de Deus estão à nossa disposição; é uma questão de direcionarmos este poder para as áreas que precisam ser transformadas. Se os cristãos que têm passado problemas em suas vidas tomassem posição de buscar ao Senhor em oração e jejum, até que a graça de Deus e o Seu poder fossem liberados para transformá-los, eles teriam maravilhosos testemunhos. Podemos dizer, com toda segurança, que não há pecado ou problema que Deus não seja mais forte.




5 PASSOS PARA SE LIVRAR DO PECADO

Posted by Bispo Rodovalho | Posted in | Posted on 10:07

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Há cinco passos que devemos tomar, com o objetivo de nos livrarmos de tudo que constitui pecado em nossas vidas.
Precisamos aceitar o que o Espírito Santo está falando conosco. Uma das características do pecado em nossas vidas é o engano. Geralmente, quando alguma coisa está nos dominando, não percebemos que aquilo é realmente pecado. O Espírito nos mostra que nossa atitude nos separa de Deus, constitui algo errado em nossas vidas, em nosso andar com o Senhor. O próprio pecado coloca uma capa em nós. É como uma droga: quando alguém usa, se toma dependente; e assim é com o pecado, ele traz conseqüências. E a conseqüência é a cegueira. Não somos capazes de perceber que ele está ali. O coração busca muitas desculpas, e nós nos escondemos atrás delas. Devemos aceitar o convencimento do Espírito. Quando descobrimos que dentro de nós há alguma coisa que não anda bem, precisamos pedir a Deus que nos dê arrependimento. Não podemos nos arrepender por nós mesmos, e por isso devemos clamar: “Senhor, ajuda-nos a sentir a contrição pelo pecado”. Não basta apenas sabermos que há um pecadinho em nossas vidas, como se fosse algo simples. Isto não é arrependimento. O verdadeiro arrependimento nos leva ao chão, nos leva a clamar; o arrependimento traz desespero, guerra, luta com Deus, um desejo de libertação. Este é o terceiro passo do processo. Precisamos falar com Deus: “Pai, perdoa-nos, erramos e fizemos o que não era agradável aos Teus olhos”. Não podemos “enrolar” o Espírito Santo, nem a Deus ou aos outros. Temos de admitir que erramos e nos afastarmos do pecado, e fazer restituição se necessário for. Tomar medidas práticas para afastar o pecado Nós conhecemos de alguma maneira aquilo que constitui pecado. Então devemos cortar aquele caminho, não passar por lá; fazer como José, correr do pecado. Façamos alguma coisa que nos afaste do que nos induz àqueles hábitos, àqueles costumes errados. Ser cheio do Espírito Santo o quinto e último passo é nos enchermos do Espírito, isto é, adorar em espírito, clamar, falar em línguas, etc. Precisamos ter pelo menos uma hora de oração por dia. Ninguém consegue vencer o pecado sem ter um tempo de comunhão com Deus; só assim não ficaremos fracos diante do pecado. Alguém disse que se pegarmos o livro e soltarmos, ele cairá; e por que cairá? Porque está sujeito a uma lei chamada “Lei da Gravidade”. Todos os corpos a uma certa distância são atraídos para o seu centro da Terra, com uma determinada força chamada peso, que vem da gravidade. Mas, se em lugar do livro fosse um pássaro e o soltássemos, o que iria acontecer? Ele bateria as asas e voaria. Por que? Porque há vida nele. Já com o livro, existe uma força mais forte, a gravidade, que o leva para baixo. Se o pecado está sempre puxando para baixo, é necessário que uma outra força, aquela que vem de Deus, nos puxe para cima e, assim, possamos romper o poder do pecado em nossas vidas. Agora, vamos meditar sobre isto: A vida de Deus está fluindo em nós, temos dado tempo para oração, para comunhão com Deus, para sermos cheios do Espírito Santo. Se dedicarmos tempo para a oração e para lermos a Bíblia seremos cheios de Deus e isto nos libertará do poder do pecado.... por isso celebramos a festa, não com o velho fermento nem com fermento da maldade e da malícia, e sim com os asmos da sinceridade e da verdade. Já em carta vos escrevi que não vos associásseis com os impuros; refiro-me com isso não propriamente aos impuros deste mundo, ou aos avarentos, ou roubadores ou idólatras, pois neste caso teríeis que sair do mundo. Mas agora vos escrevo que não vos associeis com alguém que, dizendo-se irmão, for impuro ou idólatra, ou maldizente, for beberrão, ou roubador; com esse tal nem comais...” (I Co. 5:8-11). Não devemos andar em concupiscências. Precisamos travar uma luta contra a iniqüidade, travar uma guerra em favor da pureza em nossas vidas. Se sua vida não está em harmonia com a Palavra, querido irmão, trave uma guerra diante de Deus pela santidade. Clame a Deus, peça o toque da sua graça sobre você, para que seja transformado. Vamos tratar com o pecado dentro de nós. Sete dias comereis pães asmos. Logo ao primeiro dia tirareis o fermento de vossas casas, pois qualquer que comer cousa levedada, desde o primeiro dia até o sétimo dia, essa pessoa será eliminada de Israel” (Ex. 12:15). A ordem não foi só para não comer, mas também tirar o pão levedado de casa. É assim que devemos tratar com o pecado. Se deixarmos alguma coisa que é pecado perto de nós, vamos ser tentados. Por isso a Bíblia diz: Tirem o pão levedado para fora das vossas casas, tirem tudo aquilo que constitui pecado, para não serem tentados. Podemos ver que isto é algo muito prático. Precisamos tirar de perto de nós aquilo que, de alguma forma, é um laço. Se deixarmos um laço por perto, certamente vamos pisar nele. A Bíblia é muito clara, e diz para tirarmos de nossas casas todas as coisas que nos induzem ao pecado: revistas impuras, fotonovelas, livros de bolso, etc. Coisas que só prestam para alimentar as mentes das crianças em nossas casas. Se uma criança cresce com gibis e livrinhos de bolso nas mãos, vendo televisão e alimentando sua mente de impurezas, podemos saber com certeza que tipo de caráter ela terá. Você pode até achar que tudo isso é muito natural, mas não é, estou ensinando sobre estas coisas, não porque sou pregador exagerado. Cresci lendo pilhas e pilhas de livrinhos de faroeste até o dia em que aquilo produziu em mim uma naturalidade para aquelas coisas. O resultado foi drástico. Uma criança que brinca com fogo se queima, e eu me queimei, e o resultado foi terrível, alguém pagou por aquilo.

ÊNFASE PERDIDA PARTE 2

Posted by Bispo Rodovalho | Posted in | Posted on 10:59

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As duas principais funções do batismo no Espírito Santo são nos dar a unção e capacitação para a obra, e a unção e força para o nosso homem interior. 

“Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graças, em favor de todos os homens” (I Tm. 2:1). Após a “segunda experiência”, em 1905 começou o que chamamos de “movimento pentecostal”, com um derramamento maravilhoso do Espírito Santo. Esta experiência do derramar do Espírito Santo, no início, era acrescentada além dos frutos e da experiência de santidade, dos dons do Espírito e uma nova medida de poder espiritual para a pregação do Evangelho e do desenvolvimento do trabalho cristão. Com o passar do tempo, a experiência de batismo no Espírito Santo se tomou amplamente divulgada e aceita; porém, tem perdido seus efeitos. O primeiro efeito que a experiência do batismo perdeu foi a dissociação da “segunda experiência” ou santidade. O batismo no Espírito Santo tem sido enfatizado mais como uma experiência emocional que libera a ação dos dons espirituais do que, realmente, como a ação do Espírito Santo para a transformação do caráter. A conseqüência desse fato é que as pessoas que são batizadas ou cheias do Espírito logo são vencidas por pecados e hábitos carnais, trazendo tristeza e opróbrio ao nome do Senhor; ficam frustradas e decepcionadas, porque julgavam terem recebido a maior e mais profunda experiência que iria transformá-las para sempre. O batismo no Espírito Santo também tem perdido a força e o poder para realizar o serviço cristão. Quantas pessoas dizem estar cheias do Espírito, porém isso não lhes tem dado uma fé maior e um desembaraço mais ousado no serviço a Deus? As duas principais funções do batismo no Espírito Santo são nos dar a unção e capacitação para a obra, e a unção e força para o nosso homem interior. Vemos estas duas funções representadas no Velho Testamento por figuras. Sempre que um homem era separado para Deus, para uma obra ou serviço, ele era ungido por algum profeta que estava ministrando naqueles dias. O  exemplo disso é o caso de Jeú, em 11 Rs. 9:3: “Toma o azeite, derrama-lho sobre a cabeça e dize: Assim diz o Senhor: Ungi-te rei sobre IsraeL.” Jeú é ungido para ser rei, e desta unção saíram a capacitação e fé necessárias para cumprir esse ministério. Outro Exemplo é Davi. Ainda jovem e imaturo, Davi recebeu a unção de Deus para ser rei de Israel. Esta unção vem até hoje, só que agora ela está, ou deveria estar, implícita na experiência do batismo com o Espírito Santo, como quando Jesus disse aos discípulos que esperassem em Jerusalém, até que do alto fossem revestidos do Espírito Santo, que os tomaria Suas Testemunhas. A fé e ousadia para sermos testemunhas nasce de uma unção de Deus, que vem por meio do batismo. “Então mandou chamar e fê-lo entrar. Era ele ruivo, de belos olhos e boa aparência. Disse o Senhor: Levanta-te e unge-o, pois este é ele ...” (I Sm. 16: 12 -13).... mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até os confins da terra”  (At.1:8). “E não vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução, mas enchei-vos do Espírito” (EI 5:18). 

ÊNFASE PERDIDA PARTE 1

Posted by Bispo Rodovalho | Posted in | Posted on 10:46

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Precisamos ver e tomar posse de tudo o que Cristo fez por nós. 

Quando lemos a história da Igreja descobrimos que bem perto de nós, no século 18, Deus esteve agindo fortemente no chamado “movimento pietista” ou “movimento de santidade” através de irmãos como John Wesley, Withfield, Fires, Sparey, Price e outros. Todo este mover de Deus originou-se na época que poderíamos ter chamado de “segunda bênção”, de segunda experiência”. Pelo fato destes homens enfatizarem estas verdades, o Evangelho tinha fruto diferentes, pois era ensinado que as pessoas podiam ter um encontro com Deus que transformaria suas vidas e isto acontecia. Hoje temos ensinado sobre várias bênçãos e vantagens do Evangelho de Deus, porém precisamos voltar a enfatizar a chamada “segunda experiência”. Devemos dizer às pessoas que se elas buscarem o Senhor com decisão, serão totalmente transformadas. Quando o evangelista Finney pregava, levava as pessoas a buscar esta experiência, e elas não se davam por satisfeitas até que ação e o poder de Deus viessem de uma maneira notável, produzindo nova vida. Por isso cadeias foram quebradas naquele avivamento, e os homens eram totalmente transformados. Sentimos a necessidade de não recebermos a graça de Deus em vão. A palavra de Deus nos dá as condições para produzirmos mudanças e transformações nas vidas das pessoas. Vemos que esta ênfase foi perdida, mas hoje isso é de suma importância para nós. A Igreja precisa voltar a esta busca do Senhor de maneira específica, para a sua transformação de vida, e isto é uma decisão. Se dermos valor e importância à transformação do nosso caráter, ao buscar ao Senhor, o Seu poder será liberado para produzir esta ação específica em nós. “Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graças, em favor de todos os homens”