Mostrando postagens com marcador guerra espiritual. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador guerra espiritual. Mostrar todas as postagens

A MULHER E A GUERRA ESPIRITUAL

Posted by Bispo Rodovalho | Posted in , , , , , | Posted on 14:14

0


Deus ungiu a mulher para ferir a serpente.

Deus pôs uma inimizade eterna. Por isso que as mulheres são mais atacadas e mais sensíveis. Por isso as mulheres passam por maiores guerras espirituais.

Mas eu tenho uma boa notícia para você mulher, levanta o seu pé e pisa na cabeça da serpente porque você é ungida de Deus pra prevalecer na guerra espiritual!


Se tem algo que rouba sua paz, é sinal que a serpente está por perto. Deus quer que você use a autoridade que ele colocou sobre você para dominar o ambiente, pra que o ambiente seja abençoado e consagrado.

O valor da mulher

As mulheres foram colocadas por Deus para ser o perfume da nossa existência, mulher não é inconveniente, mulher é a solução que Deus para o homem. A mulher adoça a existência humana.

Em toda a criação (Gênesis 1 e 2), Deus criava e sentia prazer em sua criação. Somente uma coisa incomodou a Deus naquele momento, era a solidão do homem. Deus olhou e viu que não era bom que o homem estivesse só. Deus criou Adão e disse, não é bom que o homem esteja só. Então a mulher foi criada para concertar uma situação que não era boa. Por isso que a mulher tem que se valorizar e ser valorizada. A mulher nunca estraga, ela conserta.

A mulher veio para consertar algo ruim.

Mulher, aquilo que não é bom, Deus te colocou para concertar, Deus te ungiu e te trouxe como solução. A mulher foi trazida por Deus para perfumar e adoçar a vida do homem.


Bispo Rodovalho
11/05/2010

DE ONDE ISAÍAS TIROU A SUA FORÇA?

Posted by Bispo Rodovalho | Posted in , , | Posted on 18:52

0




Isaías tinha dezessete anos de idade quando ele teve um encontro com Deus e sua vida fora transformada.

Deus fala com ele, lhe dá uma palavra e ele se torna um profeta ainda nessa idade.

Isaías 6: 1 a 10: "No ano em que morreu o rei Uzias, eu vi também ao Senhor assentado sobre um alto e sublime trono; e o seu séquito enchia o templo.Serafins estavam por cima dele; cada um tinha seis asas; com duas cobriam os seus rostos, e com duas cobriam os seus pés, e com duas voavam.E clamavam uns aos outros, dizendo: Santo, Santo, Santo é o SENHOR dos Exércitos; toda a terra está cheia da sua glória.E os umbrais das portas se moveram à voz do que clamava, e a casa se encheu de fumaça. Então disse eu: Ai de mim! Pois estou perdido; porque sou um homem de lábios impuros, e habito no meio de um povo de impuros lábios; os meus olhos viram o Rei, o SENHOR dos Exércitos.Porém um dos serafins voou para mim, trazendo na sua mão uma brasa viva, que tirara do altar com uma tenaz; e com a brasa tocou a minha boca, e disse: Eis que isto tocou os teus lábios; e a tua iniqüidade foi tirada, e expiado o teu pecado. Depois disto ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Então disse eu: Eis-me aqui, envia-me a mim. Então disse ele: Vai, e dize a este povo: Ouvis, de fato, e não entendeis, e vedes, em verdade, mas não percebeis. Engorda o coração deste povo, e faze-lhe pesados os ouvidos, e fecha-lhe os olhos; para que ele não veja com os seus olhos, e não ouça com os seus ouvidos, nem entenda com o seu coração, nem se converta e seja sarado".

Esta é uma palavra estranha para um menino de dezessete anos. embora cheio de fome de Deus e de paixão por seu Rei Uzias. Aliás, Uzias morreu de repente, fazendo com que Isaías se sentisse desamparado na sua unção, no seu futuro e na sua cobertura espiritual. Buscando a Deus, Isaías teve um encontro com Ele e ouviu essa palavras: "A quem enviarei e quem há de ir por nós?"

Deus tocou a boca de Isaías e colocou nela "uma fonte de Sua palavra".

Isaías tirava sua força da palavra. Cada vez que ele ficava fraco proclamava a palavra e se fortalecia. Ele era um ungido de Deus porque o instrumento, o fogo de Deus, passava por ele.

A palavra de Deus é uma fonte de força em nossas vidas. Quando nos sentimos fracos e cansados precisamos ir à célula pregar. Ao proclamar a palavra, o Espírito de Deus nos ungirá. Deus nos fortalece por Sua palavra; quando ela passa por nós e ao nos tocar ela nos fortalece.

Muitas vezes, orando, temos perguntas e ao pregar Deus responde essas perguntas. A palavra vem a nós. Quando falamos a palavra, ela nos dá força, nos anima, restaura e nos leva para frente. Falar a palavra de Deus nos fortalece!

Deus tocou os lábios de Isaías e tirou o seu pecado, e a partir dali a palavra passou a ser a fonte de sua força. Isaías retirava força da palavra do Senhor. Muitas vezes seu coração estava quebrado, sua mente estava confusa, mas quando ele abria a boca ele encontrava força. Deus tem aliança com a boca do profeta.


Deus tem aliança com a nossa boca. Falar a palavra clareará a nossa mente e fortalecerá o nosso coração. Satanás não tem medo de nossos pensamentos ou de nossos corações, mas ele teme nossos lábios; ele tem medo da palavra que está em nossas bocas, porque a palavra é a espada do Espírito.


A palavra não é a espada do crente, mas do Espírito. E o Espírito está perto de nós. Quando falamos, o Espírito Santo pega a palavra em nossas bocas e sai despedaçando os demônios, maldições, cortando as potestades e principados. Colocamos uma espada na mão do Espírito Santo quando proclamamos um versículo e ele se torna uma arma para guerrear contra resistências e demônios que possam vir contra nós.


A força de Isaías era a palavra do Espírito liberado por sua própria  boca. Quando proclamava, orava, manifestava a perfeita vontade de Deus, ele tinha a unção de Deus em sua vida.


A fonte de Isaías era a palavra de Deus em seus lábios!




Bispo Rodovalho
23/03/2010.



NOS BASTIDORES DO ACORDO BRASIL SANTA SÉ

Posted by Bispo Rodovalho | Posted in , , , , | Posted on 07:02

4


Preciso registrar as minhas impressões do que aconteceu hoje aqui, na Câmara dos Deputados. Estou deixando a Casa agora, saindo do plenário Ulysses Guimarães. É quase uma da manhã desta quarta (26). O que se deu nesta noite, foi uma batalha extremamente cruenta. Sim, essa é a expressão mais apropriada para descrever o que houve nos bastidores dessa votação. Foram cerca de 5 horas de fatigantes debates sobre o acordo do governo brasileiro com o Vaticano, e a votação da PL 5583, que faria o contraponto dando às demais religiões a mesma proteção e igualdade que o acordo trouxe à igreja católica, trazendo multiplicidade e democracia, ao pluralismo religioso do Brasil.

Apresentamos o projeto de lei de autoria do deputado Jorge Wilton, (PL 5583) e a primeira parte do debate aconteceu sobre o acordo com o Vaticano.

Houve posteriormente a votação de nosso PL 5583, que regulamenta as relações do Estado com as religiões do Brasil. Também havia o acordo pelo voto dos líderes dos partidos.

O documento é bastante democrático, embora alguns juristas achem que a constituição prescinde dessa normatização e regulamentação. O documento visa proteger as demais religiões nos mesmos aspectos e itens do acordo que o governo brasileiro fez com o Vaticano, para que possamos reintegrar o caráter democrático e religioso e o Estado laico no Brasil.

Nossa maior desvantagem foi a de não poder usar a palavra, e ter que abrir mão do tempo de defesa daqueles que falariam á favor do projeto, porque a oposição queria nos levar aos debates, expirando assim o tempo regimental de votação em plenário.

À meia-noite em ponto, conseguimos votar e aprovar a matéria.

Porém, o que mais nos impressionou, foi a ira e o ódio estampado nas falas, nas expressões de alguns de nossos parlamentares, especialmente aqueles que acham que a igreja é uma instituição “non grata”. Não se deixem enganar, pois há um grande número de deputados que na época das eleições, vão aos nossos templos, conversam com nossos membros pedindo os seus votos, mas propositadamente, omitem suas posições a respeito da vida, da família e do evangelho. Todavia, em momentos como esse, fica desnudado e exposto todo pensamento. Ali a ira aflora sem censura, toda hostilidade vem à tona, todo ranço que possuem contra o evangelho e contra a Igreja do Senhor Jesus é revelado.

Saio esfarrapado desse embate. Fui vomitado. Saí de uma batalha onde tivemos que suportar todos os desaforos, as expressões mais hostis e insolentes, e com um fato agravante, sem poder reagir. Nem ao menos pudemos utilizar da palavra para nos defender, ou cairíamos na manobra da oposição de estender o debate, encurtando o tempo precioso, e perdendo assim o objetivo principal; - a aprovação da matéria!

Em momentos assim, você sente toda a força e malevolência de um ataque, de uma verdadeira guerra espiritual. O ar se torna pesado e todos os sentidos estão em alerta. Sentimos no corpo toda tensão de uma decisão que pode ter consequências severas que podem perdurar por vários anos, afetando toda nossa sociedade, alterando o destino de nosso povo e de nosso país.

Todos nós que estávamos presentes e assistimos a esse debate (um verdadeiro embate), saímos com uma convicção; - a nossa paz só depende da nossa guerra. Só temos vida e paz porque temos uma presença profética extremamente forte e posicionada. No dia em que a bancada evangélica e cristã, enfraquecer ou diminuir, ou ainda, perder sua expressão nesta Casa, eu afirmo, com absoluta convicção, que estaremos entrando em um novo momento, aonde a força e a presença da Igreja será reduzida em quase toda sua totalidade em nossas comunidades e cidades.

A posição que tomamos hoje foi objeto da consulta que fizemos aos líderes denominacionais, aos presidentes dos conselhos de pastores, na manhã de ontem, no San Marco Hotel. Em uma iniciativa da Frente Parlamentar Evangélica, que convidou a todos, para que juntos pudéssemos tomar uma decisão em relação à melhor estratégia de atuação, frente a essa matéria. Ficou finalmente acordado que agiríamos em duas frentes, como foi feito hoje aqui no plenário.

Que Deus nos ajude e nos abençoe para que essa matéria passe no Senado brasileiro, e que cada dia mais tenhamos a capacidade de enxergar o mundo espiritual e a guerra, que tantas vezes se levanta contra nós. A Igreja precisa definitivamente estar atenta e não tirar o pé de sua participação política, de sua responsabilidade social, porque disso depende a nossa sobrevivência.

Deputado federal, bispo Robson Rodovalho
Obs: Gravei minhas impressões acerca do ocorrido no dia 26/08/09 e agora transcrevi, especialmente para essa postagem no Blog.